Saturday, April 21, 2007

ENCONTRO DE TECNOLOGIAS ABERTAS EM LISBOA


Na quinta, dia 19 de abril ocorreu na cidade de Lisboa o III Encontro de Tecnologias Abertas de Portugal, que contou com a participação de mais de 600 pessoas. Participei de um debate com o representante da micro$oft em Portugal. Foi interessante, a m$ diz que sempre apostou na interoperabilidade (todos riram nesse momento). Defendeu a existência de dois padrões abertos para documentos, tentando justificar porque estão apostando no formato open XML ao invés de apoiar o ODF. Eu disse que "quem tem dois padrões, no caso de garantir a compatibilidade e comunicabilidade plena, não tem nenhum". Mostrei também que a m$ é favorável ao padrão aberto desde que seja somente o dela. Por fim, mediante uma afirmação equívocada do representante da m$ sobre o DRM, li um trecho da licença do windows XP. Ficou claro que a m$ utiliza dispositivos de gerenciamento de direitos digitais para vasculhar a máquina das pessoas. Considero o DRM um ataque ao direito à privacidade e a liberdade de expressão.
No final do encontro fiz uma apresentação sobre o futuro das tecnologias abertas. Apresentei o cenário da convergência digital e da mobilidade. Mostrei as tendências e possibilidades das redes mesh e da conexão viral, bem como, a importância de defender o Open Spectrum.

19 comments:

Anonymous said...

Estive lá!

O Sergio foi brilhante! Esmagou o senhor da Microsoft com o seu discurso objectivo. O senhor da M$ diz que o VISTA corre em máquinas de 512MRAm e 800Mhz (gargalhada geral), mas sem efeitos 3D. O Sergio disse, mostrando: esta minha máquina antiga tem Ubuntu e com essas características tem 3D.

Aplausos!

A sua apresentação final foi emocionante e genial. Mostrou o lindo laptop for children (do projecto http://www.laptop.org/index.pt_BR.html) e levou a audiência ao rubro.

Fiquei emocionada quando ele levantou o laptop...

OBRIGADA SERGIO PELA SUA ENERGIA e pela sua militância!

Mariana Malta- Porto, Portugal

Anonymous said...

Esqueci-me de referir o que estamos organizando na minha instituição:

http://infoalternativas.ath.cx

Ainda Mariana Malta

samadeu said...

Obrigado pelas palavras. Você tem blog?
abçs
sergio amadeu

Anonymous said...

Sérgio essa argumentação de que só deve existir um único standard só porque é o primeiro, é um pouco limitativa não? Não deve nunca perder a perspectiva histórica, por isso não se esqueça que o grande objectivo do OXML é a fidelidade total com os formatos binários dos documentos das aplicaçõe Office da Microsoft, e isso nunca iria ser um objectivo do ODF, é pena sabe porquê? Porque quem utilizou as aplicações da MS possui um grande investimento em documentos nesses formatos e por isso o que faz sentido é que possua aplicações que sejam capazes de fazer uma visualização fiel do documento original independentemente da aplicação que o criou.

Mais, o OXML é hoje da ECMA e não da Microsoft, em que esta participa no desenvolvimeto desses formatos da mesma forma que os outros participantes, como a Apple, Toshiba, etc.

Mas pode sempre ler imenso sobre argumentação pró e contra ambos os formatos, mas já agora leia de alguém que não é de facto um fan da MS aqui:

http://www.redmonk.com/jgovernor/2007/04/19/openxml-vs-odf-does-the-archiving-argument-stack-up/

Já agora e para terminar este tema diga-me lá se com o ODF tem fidelidade total entre as diferentes aplicações que hoje o suportam? Oo, KOffice, Abiword, Google Apps, etc.

Experimente, e vai ter uma supresa, afinal para que serve o standard? É para ter representações dos documentos aproximadas? Olhe para as especificações ao nível da folha de cálculo, nitidamente este é um standard em progresso... e por isso incompleto.

Veja aqui a opinião do Miguel Icaza em relação a este tema, e já agora sobre as especificações da folha de cálculo.

http://tirania.org/blog/archive/2007/Jan-30.html

Em relação ao DRM, deixe-me dizer-lhe que DRM não é invenção da Microsoft, a Microsoft apenas possui uma plataforma que permite aos editores utilizarem a tecnologia para proteger o seu conteúdo, e é tudo, a sua opinião em relação ao DRM não é única, mas essa questão não é de associação à Microsoft ou a outro qualquer fabriante de plataformas.

Em relação à sua litura da EULA, deixe-me ajudar:

O que ela diz é que a MS pode instalar/actualizar componentes no seu sistema que lhe sejam solicitados por fornecedores de conteúdo com o objectivo destes protegerem o seu conteúdo de utilização não permitida E que a MS nunca recolherá nenhuma informação pessoal do sistema que permita identificar de forma inequivoca o seu utilizador.

Isto é o que está escrito... tudo o que possa dizer para além disto parece-me uma tentativa criativa de gerar confusão e desinformação.

Marcos Santos said...

Sérgio, daqui escreve o Marcos Santos da Microsoft.
Tive muito gosto em debater os temas levantados.
Num blog podemos escrever qual a nossa percepção e opinião sobre o que aconteceu, tendo cada pessoa a sua interpretação.
O objectivo destes debates não é eleger um vencedor mas sim tentar através de diferentes pontos de vista elucidar mais as pessoas.
Talvez nos encontremos noutra ocasião para trocar mais pontos de vista!
Até lá!

Marcos Santos

samadeu said...

Marcos
Não sei se foi vc que escreveu o post anterior, mas de todo modo, quero colocar rapidamente os seguintes pontos:
1) Não é por menos que o plenário gargalhou quando vc disse que a m$ sempre apostou na interoperabilidade. A história real é exatamente o contrário.
2) O Office nunca abriu os formatos do OpenOffice. E não abre para criar incompatibilidade programada.
3) A m$ foi processada pela SUN por tentar fazer que a linguagem Java ficasse aprisionada a seus aplicativos. A m$ depois de algum tempo pagou alguns bilhões de dólares a SUN, pois iria perder a causa.
4) A m$ não pode aceitar o padrão ODF, pois teme que as pessoas deixem de usar o Office, uma de suas principais fontes de renda. Como a m$ tem a maior base instalada, ela pretende impedir a concorrência dentro de um padrão. Ela quer é criar um padrão repleto de extensões proprietárias que inviabilize seu uso pleno fora do ambiente que ela controla.
5) O fato de existir muitos documentos em formatos proprietários não impedem a sua conversão para ODF. O problema é que a m$ está pensando exatamente em evitar esta conversão.
6) Rapidamente, sobre o DRM: trata-se de uma violação absurda do direito à privacidade. Uma intrusão nos computadores pessoais. A m$ defende e usa o DRM. Isto é fato.
7) Por fim, a m$ está usando a estratégia de financiar pessoas da comunidade de software livre com o objetivo de neutralizá-las.
8) o Icaza é um grande desenvolvedor. Isto não quer dizer que sua posição seja correta.
9) O futuro é livre!

Marcos Santos said...

Sim, Sérgio fui eu!
Vou fazer suas as minhas palavras!
O futuro é livre e todos podem escolher o que melhor acharem para sua utilização.
Quando o ODF foi criado porque é que ele não foi feito de forma a interoperar com o MS Office que era o o standard de facto escolhido livremente por milhares de utilizadores em todo o mundo!
Se o ODF fosse um formato interoperavel a primeira preocupação dos seus criadores é que este fosse pelo menos reconhecido e aberto pela aplicação mais utilizada em todo o mundo!
A questão é que quem está por detrás do ODF são organizações muito grandes que têm interesses comerciais fortissimos.

Em relação aos conversores existem diferentes conversores de ODF para Office e de Office para ODF qu funciona como add-in ao Office. Aqui tens o link no sourceforge: http://sourceforge.net/projects/odf-converter/

A Microsoft introduziu o Rights Management à anos atrás! Começou nos formatos de Video e Audio (Digital Rights Management) e agora devido à evolução do mercado está a evoluir para outros tipos de formatos (documentos, mails, etc). Temos vários projectos implementados em clientes que usufruem desta funcionalidade: http://www.microsoft.com/windowsserver2003/technologies/rightsmgmt/casestudies.mspx

É verdade que o Windows Vista tem um sistema de protecção de conteúdos tal como outros players da indutria têm (Apple, por exemplo). Mas a questão aqui é que não é ilegal! Deixo-te aqui um link que já deves conhecer:
http://windowsvistablog.com/blogs/windowsvista/archive/2007/01/20/windows-vista-content-protection-twenty-questions-and-answers.aspx

Marcos Santos said...

Só para esclarecer que o post que está como anónimo não fui eu que o fiz!
Eu identifico-me sempre!

samadeu said...

Bom, só mais uma rápida opinião.
Marcos Santos fez alguns comentários interessantes neste seu último post. Entretanto, é necessário restabelecer os termos corretos do debate sobre a liberdade.
Onde existe monopólio, não existe liberdade. Onde existe uma única opção, não há liberdade de escolha.
A m$ tem defendido a liberdade de escolha exatamente porque sabe que a maioria das pessoas está aprisionada em suas soluções.
Lembram-se o que ela fez com o netscape? Usou o seu poder de mercado e de controle do sistema operacional para esmagar as possibilidades de escolha.
Defender a liberdade é defender a destruição do monopólio mundial de software, o restabelecimento da concorrência, a redução das barreiras de entrada de novas iniciativas.
Por isso, insisto, o futuro será livre de fato.

leogermani said...

Sobre o sistema de DRM do windows Vista:

http://www.pirex.com.br/2007/02/06/windows-vista-bloqueia-ate-conteudo-legal/

Anonymous said...

[leogermani]
Era importante que antes de fazer afirmações dessas pudesse comprová-las ou então transforma-se num simples amplificador...

Eu tenho Windows Vista em alguns sistemas e não tenho problemas com nenhum tipo de conteúdo, tal como nao tinha com o Windows XP.

Aliás um dos links do Marcos Santos responde a muitas das afirmações erróneas do artigo original ao qual você faz referência.

A questão do DRM associada ao HD-DVD e Blu-Ray não foi invenção da MS, aliás a única coisa que a MS fez foi licenciar a tenologia para que os utilizadores que adquirem um Windows Vista possam ter acesso a este tipo de conteúdo Premium, e mais nada.

Se quizer, no limite o Windows Vista tem a este nível tantos problemas como o leitor de HD-DVD ou Blu-ray que implementam as mesmas especificações que o referido SO, e que como disse não foram invenção da MS.

O barulho todo sobre este assunto, é pelo facto de no mundo do SL, não ser possível dar acesso a este tipo de conteúdo de forma legal, sem ser licenciando, o que obviamente está fora dos horizontes de qualquer distribuição.

Repare que não estou a dizer se concordo ou não com o DRM, até porque não era esse o ponto.

Anonymous said...

Sérgio fui eu que fiz o primeiro comentário, e existem algumas afirmações suas com as quais não concordo.

"A m$ não pode aceitar o padrão ODF"

Na realidade a MS não votou contra a aprovação do ODF como standard ISO, e podia tê-lo feito, mas a IBM fê-lo em relação ao OXML, afinal se há joguinhos aqui quem é que os anda a jogar?

"O fato de existir muitos documentos em formatos proprietários não impedem a sua conversão para ODF. "

Vê-se mesmo que o Sérgio, nunca teve nem tem documentos que tenha de converter entre estes formatos, e a sua sugestão é utilizar o menor denominador comum, tendo por isso uma conversão imperfeita, imagine converter milhares de documentos que vai ter de reformatar, acha que isso é o que as pessoas precisam? Perder mais tempo e dinheiro?

O ODF nem entre as aplicaçóes que o suportam garante fidelidade de representação, é para isso que nos serve o standard ODF? Se o objectivo é ter documentos razoavelmente representados, não precisavamos do ODF ficavamos pelo TXT, ou RTF...

Eu comentei sobre o DRM porque você ainda não percebeu, a escolha continua a ser do utilizador, eu vou tentar explicar-lhe.

Quando uma dessas actualizaçóes estiver disponivel, é através do Microsoft Update, que sempre que tem actualizações me deixa rever o que são, descrevendo-as e deixa-me escolher a sua instalação ou não, mais se eu não quiser utilizar as soluçoes com DRM da MS não uso, posso sempre utilizar (ou construir) outras soluções que não o utilizem... às vezes não basta falar do que se lê (ou se ouve), é preciso experimentar para perceber e não estarmos mesmo que involuntariamente a enganar outros.

Os outros são muito bons mas quando não concordamos com algumas posições que tomem, é porque estão a ser usados, eu pelo menos tenho as pessoas em melhor conta e acho que não são estúpidas e se deixam enganar.

Em relação ao seu comentário sobre a falta de opções, eu acho que elas existem, repare no dominio dos SOs existe Windows, MacOS, e uma miriade de distros de Linux, as pessoas é que escolhem mais o Windows, mas eu não acho que se deva decretar uma lei que os impeça de o fazer se essa for a sua opção...

Para mim o presente já é livre!!! Ninguém me obriga a utilizar o que não for melhor para mim, e a minha escolha nunca é feita tendo como critério o modelo de desenvolvimento do SW, porque pura e simplesmente para mim não faz sentido...

samadeu said...

Marcos. Realizei várias migrações e tive que converter documentos. Conseguimos com razoável sucesso. Ainda bem que o Open Office é superior ao Office e conseguia ler os docs, ppts e outros. Somente depois que os governos começaram a aderir ao ODF, é que a m$ passou a dizer que sua suite de escritório garantiria a leitura do padrão aberto.

O pensamento da m$ pode ser expresso nesta frase: "imagine converter milhares de documentos que vai ter de reformatar, acha que isso é o que as pessoas precisam? Perder mais tempo e dinheiro?"

Primeiro, que não precisamos converter documentos todo o tempo. Segundo, repare que seu argumento é circular: como a m$ é quase-monopólio e, por isso, tem a maior base instalada, só resta a todos nós continuarmos aceitando o seu monopólio. Liberdade é submeter-se a m$?
Claro que não. Precisamos democratizar e desconcentrar o poder monopolista. Quem ganha é a sociedade. Vamos garantir a concorrência dentro de um padrão compeltamente aberto. A m$ quer um padrão aberto na superfície e fechado nos vários formatos que, mesmo em desuso ela se recusa a abrir. O documento-base do open xml tem somente 6 mil páginas.

Outro elemento importante: quando interessa vc diz que a m$ é padrão de fato, quando não interessa, vc diz que ela não tem poder de mercado no caso do desktop (na área de redes, a m$ nunca conseguiu chegar a monopolização). Vc precisa chegar a uma conclusão: a m$ é ou não é tecnicamente um quase-monopólio na área de desktop? Que empresa se vangloria de dominar 90% do mercado com um produto? Quem foi processada e condenada em seu próprio país por práticas de monopólio?
O problema da m$ é que ela não precisa ter coerência: leia o que seu ideólogo Craig Mundie disse no livro The world is flat.
A m$ é um caso extremo de tentativa de monopólio do conhecimento. O fundamentalismo desta companhia é notório. As práticas da m$ nunca tiveram relação com a liberdade, mas sim com aprisionamentos de usuários. Quem disse isso? Centenas de economistas. Entre eles, Joseph Stiglitz, Carl Shapiro e Hal Varian. Por mais que você seja funcionário da m$, não ver isto é perder o mínimo de senso crítico.

Para nós cidadãos, o software lsta companhia que só começou a falar em padrões abertos com o avanço do software livre no mundo.

Marcos Santos said...

Viva Sérgio,
O facto de eu ser funcionário da Microsoft não me impede de expressar a minha opinião livremente! É claro que a minha opinião está influenciada pelo local onde trabalho, mas tento sempre que possivel colocar-me à parte. Às vezes consigo melhor outras vezes pior!
Eu acredito que o mercado é livre e acho que aqui reside a nossa maior discordância! Eu dou-lhe um exemplo, o browser. Se aquilo que se aplica ao Office segundo o que o Sérgio diz se aplica-se ao browser nunca o Firefox tinha tido o crescimento que teve nos últimos anos! O Firefox, na minha opinião excelente browser, teve o seu crescimento devido ao facto de ser um bom produto e os utilizadores reconheceram isso e passaram a utiliza-lo!
Existe um outro aspecto que eu também acredito: se se provar que uma organização estiver a violar as leis do mercado e digo bem, as leis do mercado onde se insere, onde estão os seus concorrentes que jogam as mesmas regras(não existe nenhum mercado paralelo ou à parte), esta vai pagar a factura e vai deixar de merecer a confiança dos utilizadores.
Os clientes e utilizadores são espertos e sabem escolher.

Eu não percebo a sua fixação pela Microsoft. Existem tantos outros casos de empresas bem sucedidas no seu ramo. Exemplo disso é a Google com o seu motor de pesquisa. Os utilizadores escolheram livremente o motor de pesquisa da Google e hoje em dia tem números absolutamente impressionates em taxas de utilização.
A Cisco por exemplo nas redes! A Swatch nos relógios, a Nokia nos telemóvsis, a Nike nos ténis, etc!
Todos eles conseguiram ser bem sucedidos devido ao sucesso dos seus produtos. Não concorda?

samadeu said...

Marcos
Interessante seus argumentos.Gostaria de alertá-lo sobre algumas falhas históricas e lógicas que saltam dos mesmos.

Primeiro, sobre a liberdade e o exemplo do Firefox. Você escreveu: "O Firefox, na minha opinião excelente browser, teve o seu crescimento devido ao facto de ser um bom produto..." É importante vc reconhecer que o Firefox é bem melhor que o explorer. Agora, por que o explorer é o mais usado? Porque a m$ (condenada em seu país por práticas anti-concorrenciais) a partir do domínio (leia-se quase-monopólio) do sistema operacional acoplou seu navegador ao mesmo.

O netscape era bem melhor que o explorer e por que quase desapareceu? Pq a m$ usou o poder de mercado para destilar suas práticas anticoncorrenciais. O explorer nunca teve qualidade. Portanto, seu argumento é historicamente equivocado e fortemente influenciado pelo discurso oficial de sua companhia.

Vamos a questão do seu raciocínio de defesa do monopólio. Onde ele existe, a sociedade perde, exceto quando o monopólio é um commons. Estranho vc defender a liberdade e ao mesmo tempo o controle absluto de mercados.

Eis mais uma contradição. Os economistas liberais defendem claramente que o monopólio mata a livre-iniciativa, reduz o ritmo das invenções e inovações. Ele é prejudicial em todos os ramos de atividade. Lembra-se do que o seu líder, Bill Gates, dizia sobre a Internet? A m$ e em geral os monopólios do conhecimento tentam açambarcar e conter o futuro nos limites de sua empresa. São anti-criativos. Defenda a liberdade de criação, defenda o código-fonte aberto, defenda a qualidade e não o aprisionamento.

Marcos Santos said...

Sérgio, é muito complicado trocar pontos de vista consigo!
Qualquer coisa que eu digo você generaliza e coloca sempre em termos comparativos. Eu não disse quem era pior ou melhor, eu disse que gostava do Firefox e que achava um bom produto.
Admiro a forma como defende as suas convicções e não tenho qualquer objectivo nesta troca de pontos de vista. Gosto de um bom "diálogo" e acredito que no final ambos ficaremos mais ricos ou não. Eu já estou mais rico com certeza!
De qualquer forma torna-se complicado porque o seu argumento volta sempre à questão do monopólio.
Eu acho que a concorrência é vital para o mercado actual e nunca na vida defendo monopólios.
O que eu estou a tentar transmitir, não sei se da melhor forma, é que o próprio mercado tem preferencias e livremente faz escolhas. E por vezes criam-se situações em que uma organização tem uma maior quota de mercado.
Eu não vejo práticas ilegais ou monopolistas dentro da Microsoft (até porque se houvesse eu já me tinha ido embora).
A Microsoft é feita de pessoas e por vezes as pessoas têm convicções mais fortes e fazem expressar essas convicções da forma menos correcta. Isso, pode passar uma imagem errada e menos positiva da empresa. Por outro lado a Microsoft é uma empresa comercial e com isso tem as virtudes e defeitos que advem do mercado em que está inserida!

Apesar da Microsoft ser uma companhia global, eu gosto de olhar para ela localmente e ver o que ela pode fazer aqui em PT.

madskaddie said...

"Apesar da Microsoft ser uma companhia global, eu gosto de olhar para ela localmente e ver o que ela pode fazer aqui em PT."

Aumentar o número de importações? Impedir o acesso ao conhecimento? enfim...
____
Sergio gostei mto de o ouvir aqui em Lisboa e quero agradecer-lhe por me dar a conhecer/ensinar o conceito de OpenSpectrum: MUITO OBRIGADO!

O slashdot anunciou que o OLPC vai ser (tb) distribuido com win+office... Não sei porque, sinto que se venderam e quebraram com os conceitos expressos no proprio site laptop.org

Anonymous said...

Sergio,
1.Pergunta-me se tenho blog: não tenho.
Não me loguei no seu por pura preguiça, mas tenho-o nos meus bookmarks.

2.Fiquei desiludida com as últimas notícias do projecto OLPC.
Conheço a realidade de Timor Leste (dei aulas por duas vezes na Universidade Pública) e gostava muito que esse projecto tb chegasse lá. Como se pode fazer isso?

3. Estamos organizando no ISCAP um evento http://infoalternativas.ath.cx

A adesão interna foi grande, temos o auditório cheio e estamos contentes.Com esta energia do sucesso iremos continuar a divulgar as ideias de software livre e de "comunidade" - commons - para o ano, e depois...enquanto houver monopólio haverá razões para lutar pela libertação!

mariana.malta@gmail.com

Mariana Malta, Porto Portugal

Hilário Godinho said...

Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Resistência Portuguesa Militar e Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----

Liberdade, Democracia, Justiça, Imprensa, Direitos Humanitários. Sim.
Ditaduras, PIDE/D.G.S.E., Tortura, Fome, Corrupção. Não Obrigado.
Peço Asilo Político, Dinheiro, Doente e Invalido com Fome em Tribunal com Dívidas.
Enviar dinheiro para a Anti Pide/D.G.S.E..
Sr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----

Se não pode impôr a paz, pode convencer pelo exemplo. -----

Peço Asilo Político. -----

Donativos para a Resistência Portuguesa Militar e Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Conta de Épargne UBS CHF --- Nº conta 233-691451.M1F --- Nº de cliente 233-691451 --- Iban CH21 0023 3233 691451M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Suisse. --- Ou ---
Sr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Telefone: 0041 765 450 994. Comuniquem na Imprensa Mundial. Eu falo Português, E também Francês. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Résistance Portugaise Militaire et Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----

Liberté, Démocratie, Justice, Presse, Droits Humanitaires. Oui.
Dictatures, PIDE/D.G.S.E., Torture, Faim, Corruption. Non Merci.
Je demande Asile Politique, l'argent, le malade et l'invalide avec la faim devant le tribunal avec des dettes.
Envoyer argent pour l'Anti Pide/D.G.S.E..
Mr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----

Si ne peut pas imposer la paix, peut convaincre par l'exemple. -----

Je demande Asile Politique. -----

Donations pour la Résistance Portugaise Militaire et Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Compte d'Épargne UBS CHF --- Nº de compte 233-691451.M1F --- Nº de client 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Suisse. --- Ou ---
Mr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Téléphone: 0041 765 450 994. Communiquent dans la Presse Mondiale. Je parle Portugais, Et aussi Français. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Widerstand Portugiesisches Militärisches und Zivilist Anti Pide/D.G.S.E. -----

Freiheit, Demokratie, Justiz, die Presse, Humanitäre Rechte. Ja.
Diktaturen, PIDE/D.G.S.E., Tortur, Hunger, Bestechung. Nein Danke.
Ich verlange politisches Asyl, das Geld, Kranke und Invalide mit dem Hunger vor dem Gericht mit Schulden.
Senden Geld für Anti Pide/D.G.S.E..
Herr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Schweiz. -----

Wenn nicht aufdrängen kann der Frieden, kann durch das Beispiel überzeugen. -----

Ich verlange politisches Asyl. -----

Schenkungen für den Widerstand Portugiesisches Militärisches und Zivilist Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Compte d'Épargne UBS CHF --- N° des Kontos 233-691451.M1F --- Nº des Kunden 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Schweiz. --- Oder ---
Herr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Schweiz. ---
Telefon: 0041 765 450 994. Teilen in der weltweiten Presse mit. Ich spreche Portugiesisch, Und auch Französisch. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Resistance Portuguese Military and Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----

Freedom, Democracy, Justice, The Press, Humane Rights. Yes.
Dictatorships, PIDE/D.G.S.E., Torture, Hunger, Corruption. Not Thank You.
I ask for Political asylum, Money, Sick and Invalid with Hunger in Court with Debts.
To send money for the Anti Pide/D.G.S.E..
Sir. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----

If it can not impose peace, can convince by example. -----

I ask for Political asylum -----

Donations for the Resistance Portuguese Military and Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Account of Épargne UBS CHF --- Nº of account 233-691451.M1F --- Nº of customer 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Switzerland. --- Or ---
Sir. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Telephone: 0041 765 450 994. Communicate in the World Press. speak Portuguese, And also French. -----

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