Friday, September 19, 2008

KASSAB FAZ CAMPANHA CONTRA CIDADES DIGITAIS


Os publicitários do candidato a Prefeitura de São Paulo estão atacando a proposta de cidades digitais. Para combater a proposta de Marta Suplicy, os Kassabistas escreveram:

"Vamos analisar essa história. Ela disse que colocará nos prédios da Prefeitura aparelhos que receberão o sinal de internet e retransmitirão pelo ar. O nome dessa antena é iluminador wi-fi. Sabe quanto custa o aluguel de um aparelho como esse? Segundo especialistas, em torno de US$ 2 mil por mês (dólares mesmo)!"

Primeiro, quem disse que só existe uma forma de criar uma nuvem digital? Quem disse para eles que somente existe o que estão chamando de iluminador de wi-fi?
Segundo, quem disse que é necessário alugar os aparelhos? Prá que alugar um concentrador e um roteador se podemos comprá-lo por menos de R$ 2000,00? Ou ainda podemos espalhar vários Linksys que custam menos de R$ 200,00 cada um com um alcance de até 100 metros no seu entorno?

Segundo, vamos analisar o caso da cidade de Pedregulho, no interior do estado de São Paulo. Lá se implantou o projeto 'Cidadão Internet'.
Eles atingiram 60% da cidade com o sinal gratuito a partir de antenas implantadas em prédios públicos. Veja abaixo o relato do Guia das Cidades Digitais:

“Já podemos chamar Pedregulho de 'Cidade Digital' pelos grandes avanços que obtivemos em menos de seis meses”, afirma o prefeito, Dirceu Polo.

"O Cidadão Internet conta com sete antenas, espalhadas em pontos estratégicos do município de 15 mil habitantes e 321 mil quilômetros quadrados. São elas as responsáveis pela distribuição via rádio do sinal que dá acesso à rede mundial de computadores. Atualmente estão conectados prédios públicos, telecentros − onde há 50 terminais disponíveis para a população utilizar gratuitamente − e 500 famílias das áreas urbana e rural. Segundo a prefeitura, 60% do campo estão cobertos pelas antenas.
O custo do projeto limita-se aos R$ 3.472 pagos mensalmente à Telefônica pelo link de 4 Mbps. Os recursos vêm inteiramente do orçamento municipal. A instalação de antenas e o desenvolvimento dos sites da Prefeitura e da rádio online ficaram a cargo de Wagner do Nascimento, diretor do Departamento de Informática da Prefeitura. 'Algumas antenas, até montei sozinho. Também subi em alguns prédios mais altos para instalar outras, que já estavam montadas', diz Nascimento."

Temos ainda os casos de Sud Menucci (SP), Quissamã (RJ) e Tapira (MG). Todos fornecem sinais gratuitos reduzindo o 'CUSTO BRASIL' de comunicação e contribuindo para a inclusão digital. Nenhuma dessas prefeituras é governada pelo PT. Defender cidades digitais não é uma questão partidária. Trata-se de uma questão pública.

19 comments:

Bianca Santana said...

Por indicação de um amigo, cheguei ao blog de campanha do Kassab (que não é .cam, é .com) e encontrei esse texto absurdo.

Fiz uso da ferramenta de comentários que eles mesmos deixaram disponível. Pensei que sofreria alguma moderação, mas fiquei feliz ao ver meu comentário publicado:

"Gostaria de saber que especialistas vocês consultaram e qual a base desses números.
Um artigo na revista A REDE fala sobre cidades brasileiras que já espalharam conexão gratuita aos cidadãos, com custos pequenos:
http://www.arede.inf.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1474&Itemid=1
E considerando os acessos residenciais em Sâo Paulo (http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo_virtual/2008/08/27/ibopenetratings_acesso_residencial_a_internet_e_recorde_em_julho_1603139.html), com as pessoas pagando por ele, deduzo que o projeto da Marta não seria para poucos..."

Mandei o link pra outro amigo e descobri que meu comentário não havia sido publicado. Ele só aparecia pra mim!!!!

Longe de utilizar a rede para tentar maior transparência e contato com os cidadãos, o candidato manipula, descaradamente...

João Sérgio said...

Você não acrdita quanto FUD se faz em torno dessa proposta. No Yahoo Respostas, já vi gente confundindo o programa com provedor grátis de acesso discado, doação de computador, lan house pública e tudo mais que você imaginar

tigo di said...

Olha a falta de conhecimento aí de novo. E tinha que vir do Kassab e cia, tinha que vir dele.

lpereira said...

Sérgio, eu o conheci em um FISL, e sei que é um cara "antenado". Nós discordamos politicamente, mas isso não é o caso agora.

Roteadores linksys, d-link, etc. têm um alcance muito baixo, nenhuma proteção contra o ambiente (chuvas, raios, etc.) e o sinal se perde facilmente por paredes, ainda mais paredes externas. Querer espalhar internet numa cidade como São Paulo, que é grandemente vertical, com roteadores d-link não tem nenhuma eficácia.

Mesmo em hotéis pequenos, usa-se dois roteadores d-link por andar. Isso é impraticável para uma cidade como São Paulo. Além disso, mesmo sistemas de longo alcance falham, porque as placas nos notebooks são de curto alcance. O sinal chega ao notebook, mas o sinal do notebook não chega de volta à antena.

Admiro muito os telecentros, mas a proposta de wi-fi na cidade inteira é populista e irresponsável. A resposta da equipe de Kassab está devidamente embasada tecnologicamente.

lpereira said...

Sérgio,

Li a matéria sobre Pedregulho. Fiquei feliz em ver uma propaganda do projeto em que trabalho (o WiBB4 da Motorola) como engenheiro de redes, parece que meu emprego está, por ora, garantido :).

Pedregulho usa um sistema de rádio, que é um sistema muito barato de ponto a multi-ponto. Você instala uma antena transimissora e algumas antenas receptoras. As antenas receptoras são baratas, mas isso não tem um padrão, e não pode ser usado diretamente em notebooks, com placas wifi (o que é a proposta da candidata Marta para a cidade de São Paulo). Deve ter uma antena receptora e um decodificador em cada ponto de recepção. Ou seja, a proposta para Pedregulho e São Paulo são diferentes.

Dentro de alguns anos, creio eu, será possível disponibilizar cobertura WiMax, mas demorará alguns anos até que a tecnologia esteja disseminada. Quem sabe na campanha de 2012 a proposta de acesso internet móvel em São Paulo seja factível. Hoje, não é.

samadeu said...

Ipereira,
Agradeço o seu comentário e seus esclarecimentos. A questão de abrir o sinal wireless nas cidades é muito importante, não pode ser partidarizada. Não conheço extamente a proposta da Marta, mas o ataque do Kassab é equivocado e não tem fundamento na realidade.
A cidade de Sud Mennucci possui uma cobertura enorme usando algumas antenas de rádio e concentradores que permitem distribuir sinais para os roteadores e pequenas antenas.
Quissamã, possui 8 antenas que distribuem o sinal para antenas menores que ficam nas casas. Eu fui la e fotografei e tenho usado como exemplo há mais de 2 anos.
Abri o laptop meu na Flip, em 2007, na cidade de Paraty e peguei o sinal wireless com grande intensidade.
Então, os assessores do Kssab parecem não saber que não existe apenas uma tecnologia de radioconectividade. Eles parecem estar tentando desqualificar a proposta para manter o poder absurdo das empresas de última milha. Se tivermos muito sinal, como acontece em Barcelona com os Foneros, o prreço da conexão cairá, mesmo que o sinal esteja aberto em apenas nas praçs e pontos como a Av Paulista.
Outra coisa: entre no site do Kassab e tente argumentar ou escrever algo educado, mas contra a proposta dele. Sabe o que acontece? Ele não deixa vc postar. Não quero politizar esse tema, mas a equipe do Kassab é um pouco autoritária demais. Não há nenhum mal em debater argumentos, da forma como vc fez aqui neste blog. Espero que entenda o que estou afirmando.
Abraços

samadeu said...

Ah Ipereira, meu email é sergioamadeu@uol.com.br me envie o seu porque tem muita gente querendo implantar o mesmo sistema que Pedregulho.
abçs

lpereira said...

Caro Sérgio, enviei email pra você.

Eu também acho que a questão do wireless não pode ser partidarizada. Mas, se uma proposta de um candidato é impraticável e, ressalto, a de Marta em relação ao sinal internet em São Paulo é, os outros candidatos têm pleno direito de apontar isso. Acho isso uma campanha mais digna, criticar propostas ruins, do que ataques pessoais.

Fui ao site da campanha de Kassab ler a matéria. Apesar do título sensacionalista (como são as matérias políticas), ela não peca em nenhum ponto, apresenta referências e, do ponto de vista técnico, é corretíssima.

Lá há uma única discordância publicada, não sei se é para dar um ar de legitimidade, mas é uma discordância educada, publicada há 3 dias (escrita por tuane)

Abraço!

samadeu said...

Ipereira
Estou agora em Novo Hamburgo, no Sul e aqui existe uma grande praça no campus conectada com wireless. Os roteadores protegidos das intempéries lançam o sinal na praça do Campus. Os protocolos de comunicação sem fio podem ser usados em várias tecnologias. Espalhar o sinal nas praças é viável e será feito, com Marta ou sem Marta. Por exemplo, antes de saber da proposta da Marta, estava organizando uma cooperativa de conexão para abrir o sinal na av paulista. É óbvio que tecnicamente é possível conectar boa parte do território paulistano. Não pecisamos esperar uma grande empresa lançar o wi-max. Insisto, pois já conectei meu laptop em várias cidades e inclusive na Espanha, usando vários tipos de antenas e roteadores. O que os técnicos do Kssab dizem não ser possível, mais aparenta a defesa de uma reserva de mercado para determinadas empresas. A questão é que estas empresas operadoras de telecom terão que oferecer um serviço melhor e mais barato. Quem ganha com nuvens digitais abertas somos todos nós. Além disso, quando acabar esta eleição você verá explodir no municípios brasileiros wireless gratuito e até algumas redes mesh.
Se vc conhece o pessoal do Kssab fale para ele ir até Sud Mennucci e ver antenas de rádio cobrindo todo o centro. Eu pediria também para o pessoal parar de atacar as cidades digitais.
abçs

Rodrigo Leme said...

Sérgio, infelizmente SP não é do tamanho de Pedregulho. A estrutura necessária para tamanha implantação, aliada com o custo e manutenções constantes que isso demanda invibilizam o projeto no presente momento.

Ainda mais se levarmos em conta que o projeto não existe: ninguém no campo petista explica como será feito, o que será feito e onde será feito. É apenas uma promessa bonita, nada mais.

O pior é que isso mexe com a esperança das pessoas, pra depois elas virem que não é bem assim. Devia ser proibido por lei fazer promessas desse tipo sem um plano de ação detalhado.

samadeu said...

Rodrigo
Agradeço pelos seus comentários. Eles são bem vindos e permitem uma reflexão importante. Primeiro, é notório que São Paulo não é Pedregulho. A questão é outra. A tecnologia usada em Pedregulho e Quissamã ou Barcelona pode ser usada para cobrir praças, cohabs e locais importantes em SP. Os assessores de Kssab trabalham só com informações de uma única tecnologia. Superdimensionam problemas e exageram nos custos. Ao mesmo tempo, não falam uma única palavra sobre os custos absurdos da conexão no Brasil. Não dizem nada sobre a necessidade de criar um fator redutor de preços no custo Brasil das comunicações.
Na Espanha, existem várias cidades com topologia bem acidentada onde conectei meu computador em uma rede foneros. Kssabe desconhece isto e não tem a humildade de perguntar antes de atacar. Claro, ele é um político atrás do poder. Mas, há muito tempo defendo as nuvens digitais abertas nas cidades brasileiras. defendo também a luta por uma outra regulamentação doe spectro radioelétrico. Não conheço o plano da Marta, mas o que li sobre espalhar anrtenas e ir conectando as regiões (com tecnologias de baixo custo) é plenamente viável. Peço que observe, os inúmeros exemplos no mundo, sem falar das possibiliddades das redes mesh.
Estava quieto nesta campanha, pois meu blog não trata de política partidária, por outro lado, não posso ficar clado diante de um candidato que ataca as possibilidades de implementação de cidades digitais. Peço que você se junte ao combate ao atraso.Também ajude a esclarecer que enquanto debatemos livremente neste blog, no blog do kssab eles vetaram o meu comentário, educado, mas contrário as idéias dele.
Outra coisa, sabe o que Kssab proibiu agora? Até o orkut nos telecentros. Será que na casa dele, seus filhos também são proibidos de acessar o orkut e as demais redes sociais? Claro que não. Peço que se junte aos defenores das redes sociais e vote em qualquer candidato, menos no Kssab. É a minha opinião, espero que a considere.
Abraços.


Infelizmente, gostaria de

Bianca Santana said...

lpereira, como disse aqui, escrevi dois comentários no blog do Kassab que não foram publicados. O pior, é que assim que enviei, eles apareceram pra mim.
Mas ao limpar os cookies no navegador percebi que nada foi publicado. Me soa bastante enganador utilizar a rede dessa forma.

Quantas às referências que você aponta no blog do Kassab... não encontrei nenhuma! Eles falam genéricamente em "especialistas". Só o link pra uma matéria do IG cita nominalmente alguns especialistas.Estranhamente, todos têm a mesma opinião...Coisa rara na maioria das discussões.

Não é a primeira vez que ouço que um projeto importante para a população é inviável. Por sorte, há gente corajosa e criativa que encontra ótimas soluções para fazer o que precisa ser feito.
Foi assim com os telecentros em São Paulo, exemplo que você mesmo citou.

joao said...

Esse kassab eh um facista burro, que nao ta nem ai pra populacao. Espero que todos usem isso pra pensar bem no proprio voto

Rodrigo Leme said...

Sergio,

Nunca vou ser contra nenhum projeto de inclusão digital. Mas o projeto da Marta promete, de maneira mentirosa, uma cidade coberta por wi-fi. isso nem nos 4 anos de mandato, talvez se ela pegar reeleição. Falta responsabilidade para dizer que não é um projeto simples como ela apregoa. Sem contar o que um projeto dessa magnitude demanda de manutenção e equipe dedicada.

Imagina quantos roteadores precisarão de manutenção constante, em uma cidade que não consegue fazer manutenção decente nem de calçada e luz pública? E o stress do tráfego, que vai exigir upgrades constantes de hardware e software?

O projeto dos telecentros já é excelente o suficiente para não precisar de fantasia. Ou então bastava mudar o argumento para "internet gratuita em áreas carentes", mas suponho que não dê tanto voto quanto dizer q a cidade toda vai ter internet gratuita. A fantasia sempre dá a tônica de campanha...

Enfim, quanto ao caso do Orkut proibido, isso só mostra o quanto falta assessoria específica sobre internet par ao poder público. Eles agem como minha sogra, que não entende nada de internet e diz que "esse negócio é muito perigoso".

Gostaria de debater esse assunto com você. Se quiser, me mande um e-mail para mtnjester@gmail.com , que conversarei com o maior prazer.

Anonymous said...

o fred vai levar a namorada pra viajar pro exterior com o dinheiro da petrobras repassado pro florestan fernandes?

Anonymous said...

Caderno Link, do Estadão, ouve especialistas e comprova eficácia da proposta de Marta

Leia abaixo a reportagem publicada pelo O Estado de S. Paulo

Internet de graça é viável e barata

Será que acessar a internet a partir de qualquer ponto de São Paulo, sem fio e gratuitamente, é mais uma daquelas propostas de campanha impossíveis de realizar? Segundo a maioria dos especialistas ouvidos pelo Link, a resposta é não. Tecnicamente, dá para ser feito.

O projeto ganhou os holofotes nesta campanha por conta da promessa da candidata Marta Suplicy (PT) de instalar 3 mil pontos de Wi-Fi ao custo de R$ 64,4 milhões. Os outros principais candidatos também fazem promessas similares.

A idéia não parece absurda para quem já executou empreitadas similares em cidades do interior do Brasil, como Piraí, no Rio de Janeiro. “É possível”, garante Franklin Dias Coelho, pesquisador da Universidade Federal Fluminense e responsável pelo projeto Piraí Digital.

Apesar da população de 23 mil habitantes ser centenas de vezes inferior à de São Paulo, e da paisagem do pequeno município não contar com amontoados de edifícios, Piraí pode servir como medida de comparação, segundo o pesquisador. “Em São Paulo é necessário uma rede mais complexa, mas é possível aproveitar a estrutura dos prédios para instalar os pontos de Wi-Fi”, diz Coelho.

Segundo Franklin, o sistema de transmissão de internet é comparável ao de distribuição de água. “Construímos um grande duto de conectividade que passa pelo meio da cidade. A partir dele, espalhamos pequenos veios que alimentam os bairros”. Em Piraí, o custo foi de R$ 900 mil.

Leonardo Mendes, pesquisador da Unicamp e responsável pelo projeto de cidade digital do município de Pedreira (interior de São Paulo), concorda que a proposta é viável, mas afirma que, com o orçamento de R$ 64,4 milhões sugerido por Marta, seria possível cobrir cerca de 50% da capital, segundo dados utilizados em Pedreira.

“No modelo que utilizamos, o valor por habitante fica entre R$12 e R$16. Mas vale lembrar que São Paulo possui características diferentes. Só um estudo aprofundado daria números exatos”, explica Mendes.

No Brasil, já há um exemplo de grande cidade que está construindo sua “bolha de conexão”. Belo Horizonte (MG), com 2,5 milhões de habitantes, deve inaugurar no fim de outubro uma rede sem fio que cobrirá toda a cidade. Só que a rede não estará aberta aos internautas em todos os lugares para “não competir com as concessionárias de banda larga”.

A tecnologia usada será Wi-MAX, que permite enviar o sinal por quilômetros, mas que não pode ser captada pela maioria dos desktops e notebooks da atual geração. Em 300 órgãos municipais, oito praças e uma favela, o sinal será convertido para WiMesh (tecnologia semelhante ao Wi-Fi). Daí sim será possível captar o sinal. “O projeto custará R$ 5 milhões”, explica Pedro Ernesto, presidente da Prodabel, órgão municipal de tecnologia que implementa o projeto.

A conexão já está aberta experimentalmente, embora haja apenas cerca de 800 usuários até agora. Maysa de Castro, de 30 anos, que mantém um blog sobre tecnologia (www.maysadecas-tro.com.br), é uma delas. “A velocidade da conexão é bem satisfatória”, garante.

Segundo Diniz, a experiência de Belo Horizonte poderia ser replicada em São Paulo. “Mesmo em áreas com prédios, a antena de Wi-MAX irradia o sinal por 8 quilômetros. Já o WiMesh, em áreas abertas como periferias, alcança até 200 metros. Em regiões mais densas, com prédios e árvores, há mais interferência”.

Anonymous said...

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Anonymous said...

Declaração de Lula à imprensa em outubro de 2007: “Tem que parar com a mania de achar que contratar gente é inchaço da máquina (do governo).” Em 2006 a folha de pagamento do governo era de R$106 bilhões. Em 2007 foi de R$128 bilhões. Descontando inflação do período (7,75%), aumento real de R$12 bilhões. Isso contratando 194 mil funcionários a mais. Aumentando os gastos públicos, o governo não consegue baixar os impostos sobre os trabalhadores que diz proteger. 194 mil felizardos, que certamente vão engordar o caixa do PT com o ‘dízimo’ que boa parte deles paga de seus salários, ou seja de nosso dinheiro. Lula tem 37 ministérios e está para criar mais um. Tem 149 assessores, duvidamos que saiba o nome deles todos e para que servem. Enquanto isso, professores são mal pagos. Segundo o INEP/MEC do próprio governo, o custo mensal de cada aluno numa escola de ensino fundamental é de R$159,52. Com 12 bilhões, daria para fornecer estudo a 6 milhões de alunos durante um ano. Por causa de 194 mil felizardos, 6 milhões de alunos deixaram de ter um ensino melhor durante um ano. Mas aluno não paga dízimo pro PT. É esse o governo do Partido dos Trabalhadores. É nisso vamos votar em 2010.

Anonymous said...

kassab quer esconder a realidade. As cidades digitais estão acontecendo a despeito dos seus acordos para impedir que o sinal aberto avance:

CIDADE DIGITAL DE ALTREROSA MG

"Na cidade mineira de Alterosa, infovia municipal traz modernização.

Situada na transição do sul para o sudoeste mineiro, com economia calcada na produção de café e leite, a pequena cidade de Alterosa tem grandes aspirações. Com apenas 13.500 habitantes e 366 quilômetros quadrados, a cidade já tem um núcleo da Universidade Aberta do Brasil (UAB), internet gratuita para os cidadãos e interligação de escolas, postos de saúde e secretarias. Os planos agora são de implantação, em breve, de VoIP e câmeras IP de monitoramento. Tudo isso possibilitado pela infovia municipal de 4 Mbps.

À frente do projeto, acompanhando de perto e ciente de todos os dados, está o prefeito Dimas dos Reis Ribeiro. Proveniente do meio acadêmico, o prof. Dimas, como é conhecido, é quem capitaneia a idéia. "A idéia partiu da noção de que projetos como este dão perspectiva de futuro, de pós-modernidade", explica ele. "A internet cidadã é o que permite a verdadeira inclusão social", continua. "Precisamos diminuir as distâncias do ser humano no planeta, integrando todos os cidadãos em rede. Ao mesmo tempo, sabemos que um jovem morador de Alterosa, dispondo de conexão, pode trabalhar para uma empresa de Taiwan, por exemplo".

É com essa base conceitual que o projeto, com custo de implantação de R$ 86 mil, vem sendo realizado. E foi também isso que balizou a opção de disponibilizar gratuitamente internet nos lares. Atualmente, 500 casas já contam com acesso livre à web, a uma velocidade de 56 Kpbs. "Reais", enfatiza o prefeito. Para requisitar acesso em casa, é preciso estar em dia com os tributos municipais. Em seguida, os critérios aplicados são, em ordem de prioridade: ser estudante de educação à distância, ser estudante, ser professor de educação à distância, ser professor e ser da comunidade em geral."

RETIRADA DO SITE: http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/infovia-municipal-traz-modernizao