Showing posts with label games. Show all posts
Showing posts with label games. Show all posts

Wednesday, February 13, 2008

CAMPUS GAMES


Uma das clãs no Campus Party...

Monday, February 04, 2008

POR QUE A PROIBIÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO DO COUNTER-STRIKE VIOLA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CRIAÇÃO?

Um anônimo alertou-me sobre alguns erros ortográficos e gramaticais contidos no post que fiz sobre a proibição da comercialização do CounterStrike e EverQuest (Obrigado!). Depois de dizer que doutores não poderiam cometer erros e criticar a Academia brasileira, escreveu algo muito interessante. O leitor (a) disse que a "liberdade de expressão" não está ferida, "mas sim a liberdade invididual de jogar, mesmo". Segundo o leitor (a) "Jogar não é uma "expressão", é uma "ação". É como o direito de ir-e-vir (pra ficar num exemplo simples e compreensível)".

Sem dúvida, o direito de escolha e de ação também está sendo violado. A decisão judicial afeta o direito do jogador, mas ataca principalmente o direito do criador. Ela impede que jogos do mesmo estilo sejam comercializados ou divulgados. Nesse sentido, a decisão impede a liberdade de criação e expressão. Ela afeta os criadores, roteiristas e desenvolvedores de games.

Os fundamentos da decisão judicial sobre o Counter-Strike e EverQuest (JFMG 2002.38.00.046529-6) são preocupantes, pois baseiam-se numa decisão anterior que proibiu a comercialização dos jogos DOOM, POSTAL, MORTAL KOMBAT, REQUIEM, BLOOD e DUKE NUKEN. Caso estes fundamentos não sejam contestados, eles poderão construir uma jurisprudência que viola a liberdade de criação, portanto, de expressão. O mais grave é que os argumentos do Juiz poderão ser aplicados em quaisquer áreas da criação. Com eles, não poderemos criar nada que tenha um estilo próximo aos filmes de Quentin Tarantino.

Assim, não é somente o direito de jogar que está sendo afetado, mas principalmente a liberdade de criação. E, por que? Porque alguém acredita que existe uma relação entre games e violência. Entretanto, inexiste qualquer comprovação empírica desta suposição. Trata-se de puro preconceito.

Friday, February 01, 2008

PROIBIÇÃO DO COUNTER-STRIKE E EVERQUEST É INCONSTITUCIONAL E SEM FUNDAMENTO CIENTÍFICO.


Reproduzo aqui alguns trechos da decisão do Juiz de Belo Horizonte, que em 15 de junho de 2007, mandou proibir a distribuição e comercialização dos games Counter-Strike e EverQuest, a pedido do Ministério Público Federal. Repare no perigo que nossa sociedade corre se começarmos a aceitar argumentos como este:

"É fato notório que os jogos de computadores e videos games aludidos na inicial incitam a violência, disseminando o prazer pela dor, o ódio e a vontade de matar. O público alvo de tais jogos é composto de crianças e adolescentes, que se encontram, por sua vez, em fase de formação psicológica, quando, então, deve-se atentar para que lhes seja transmitido valores morais necessários à formação do caráter, conforme preceitua o art. 227 da Constituição Federal."

É "fato notório" para quem? Para o autor da petição? Que pesquisa embasou tal "fato notório"?
Não há nenhuma evidência científica de que os games incitem a violência. Como cidadão, venho respeitosamente solicitar ao Juiz que mostre um estudo científico que embase sua decisão. Existem pessoas que consideram os games importantes para desarticular os instintos violentos, pois redireciona os mesmos para o cenário virtual, reduzindo a agressividade. Não é possível restringirmos liberdades com base em opiniões pessoais e nos preconceitos do autor da petição.

Além disso, inexiste qualquer relação entre as estatísticas de violência e a prática dos games. Ao contrário, nos países em que os games são muito praticados, como Japão e Coréia, os casos de violência são infinitamente menores do que nas regiões de grande exclusão digital.

Nos bairros periféricos de São Paulo, onde o número de pessoas com acesso a computadores e a games é extremamente baixo, são os locais em que os jovens são mais atingidos pela violência letal. Já nos bairros de classe média, onde os adolescentes possuem computadores, Internet e games, é exatamente onde a violência contra e entre adolescentes é menor. Daí devo concluir que os games reduzem a violência? Retrabalham o ódio e o eliminam em clicagens virtuais? Devo concluir que os games, principalmente o MMORPG, jogos em rede, inspiram a colaboração, a solidariedade, elementos importantes na formação do caráter?

O arte imita a vida. O game retrabalha a violência no morro. Não seria melhor mandar apreender e proibir as armas que cospem balas de chumbo? Proibir o Counter Strike não reduzirá a violência. A realidade violenta existe antes do game e não é o game que a reproduz. Ao contrário, a proibição gera um outro tipo de violência. Todas as evidências demonstram que se existe correlação entre os games e a violência, ela é a de que quanto mais gamers existem em uma área menos violenta ela é. Reivindico que aqueles que embasam a decisão judicial, provem empiricamente que esta última afirmação não é verdadeira.

Não podemos admitir que as liberdades de expressão e a de pensamento sejam violadas por preconceitos, por frustrações e por "achismos" sem fundamento técnico-científico.

Leiam esta afirmação que foi assumida como um dos fundamentos da decisão judicial:
"Se crianças e adolescentes passam horas do seu dia diante de jogos violentos, num mundo virtual, onde vence quem matar mais, é forçoso reconhecer, ou ao menos presumir, que tais vídeos assassinos afetam diretamente a estrutura psicológica dos mesmos, distorcendo valores socialmente exaltados, valorizando, ao contrário, aqueles que devem ser repugnados por toda a sociedade, tidos pelo ordenamento jurídico como ofensivos."

Por que é forçoso presumir que o jogo gerará o comportamento violento? Ao contrário, estatisticamente, os jovens que mais jogam são os menos violentos nas escolas. Gostaria de ver as provas de que esta afirmação tem sustentação sociológica, antropológica ou psicológica.

Que medo! Com estas frases é possível proibir o filme Tropa de Elite, Assalto ao Trem Pagador, Hercules 56, e boa parte das novelas da Globo. Se aceitarmos como válidas afirmações de que algo esteja "distorcendo valores socialmente exaltados" podemos começar a proibir o jornalismo e bloquear a verdade, bem como, a criação artística.

Como cidadão estou chocado com esta decisão anti-constitucional. Como sociólogo, posso ajudar a demonstrar a inconsitência científica desta aberração. Peço ajuda aos advogados e juristas para escrevermos uma ação que demonstre a inconstitucionalidade desta absurda decisão. Temos que defender a liberdade de expressão, pensamento e criação.

Friday, January 18, 2008

ATAQUE À LIBERDADE DE EXPRESSÃO: JUIZ QUER PROIBIR GAMES COUNTER-STRIKE E EVERQUEST.




Uma decisão absurda pode virar moda no Brasil. A 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais considerou os games "EverQuest" e "Counter-Strike" "impróprios para o consumo". Em Goiás, os jogos já começaram a ser apreendidos. Não há nenhuma evidência científica que games que utilizam cenas de violência sejam mais nocivos do que as novelas da Globo e filmes como Tropa de Elite.

Esta decisão precisa ser denunciada, pois o que está em jogo é o direito que todos devem ter de acessar as realidades alternativas. A cibercultura e o ciberespaço permitem que possamos criar formas novas de entretenimento. Não podemos aceitar o cerceamento da dimensão lúdica. Esta decisão do judiciário viola a liberdade de pensamento e o direito ao entretenimento.

Considero mais prejudicial à saúde o programa do Faustão, por dissseminar o tédio e o baixo nível cultural, além de tentar consolidar uma estética baseada no comodismo e no espírito acrítico. Não é por considerar que o programa incentive o sedentarismo que devemos violar a Constituição e atacar a liberdade de expressão e de pensamento.

Um dos países em que os games violentos são mais disseminados é o Japão, outro é a Coréia. Neles os índices de violência não chegam nem perto dos registrados na Zona Sul de São Paulo, onde existem pouquíssimos computadores. A maior causa da violência na sociedade brasileira é a desigualdade e as péssimas condições de ensino. É a exclusão digital que cria mais revolta que o uso livre dos computadores para a diversão. Esta absurda decisão do Judiciário não tem fundamento científico, está baseada no preconceito e no mais tacanho senso comum.

O Ministério da Cultura deveria manifestar-se claramente contra este absurdo ataque à cibercultura.
Vamos escrever contra e alertar os ativistas que defendem a liberdade de expressão na rede.

Veja o link do PROCON de Goiás http://www.procon.go.gov.br/procon/detalhe.php?textoId=001072

Saturday, July 28, 2007

Gamers do WARCRAFT no Campus Party



O pessoal fica completamente concentrado no momento do combate, principalmente quando são atacados. Muitas pessoas participam do desafio promovido pela comunidade do World of Warcraft.

JOGOS EM REDE: Game conta com mais de 8 milhões de assinantes



Marcelo Salgado é aluno da pós-graduação Lato Sensu da Cásper Líbero. Além de ser um apaixonado por games resolveu estudá-los. Recentemente, pedi que ele me desse algumas informações sobre o Game com o maior número de praticantes. Descobri que o maior MMORPG (Massive Multiplayer Online Role-Playing Game) do mundo é o WoW (World of Warcraft), lançado em novembro de 2004, mantido pela empresa Blizzard. O Site oficial do WoW é http://www.worldofwarcraft.com/index.xml .

Segundo levantamento realizado por Marcelo, o World of Warcraft alcançou o incrível número de mais 8 milhões de assinantes em 2007. Segundo a empresa são 2 milhões na América do Norte, 1.5 milhões na Europa e 3.5 milhões na China.

Friday, July 27, 2007

CLÃ COMEMORA VITÓRIA ... MOMENTANEA...


Gamers que jogam MMORPG organizam-se em clãs. Estes aí promoveram ataques bem sucedidos e conquistaram seus objetivos. Estão comemorando sua vitória que pode ser bem passageira...

Aqui no Campus Party, a maioria das pessoas pertecem a uma das várias comunidades de aficcionados por games.