Tuesday, September 11, 2007

PIRAÍ BANDALARGUEANDO O BRASIL




Ontem, dia 10 de setembro, em Piraí, o Ministro Gilberto Gil, o Vice-Governador do Rio, Pézão (ex-prefeito da cidade quando ela virou uma cidade digital), Franklin (o cara que junto com a Maria Helena implementaram a banda larga no Município), Claúdio Prado, Ladislaw Dowbor, Carlos Afonso, e muita gente boa, lançaram a idéia de uma campanha pelo bandalargueamento do Brasil. Gil e os ativistas da banda larga visitaram escolas, conheceram o sistema de wireless da cidade, as múltiplas tecnologias utilizadas na cidade e fizeram um grande debate à tarde. À noite Gilberto Gil levantou a galera com um show na praça. O Ministro hacker abriu o show cantando a música banda larga.
Eu iria subir as fotos ontem para o blog, mas minha fonte de energia queimou e meu computador apagou.










5 comments:

JASDeSouza said...

Caro Sergio,
A seguinte notícia extraída do blog do Paulo Henrique Amorim é muito séria:
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/454501-455000/454514/454514_1.html
Nada contra a livre inciativa. No entanto, esse tipo de "venda casada" Microsoft + Telefônica + Positivo não está com cara de "dumping"? E aí se cria nas empresas clientes uma dependência de "software" proprietário e de provedor de Internet da qual dificilmente se livrará.
Me fez lembrar de quando comecei a trabalhar como programador nos idos de 1968: a IBM importava um grande computador da matriz, instalava seu CSD (Centro de Serviços de Dados) e começava a implementar sistemas tais como Folha de Pagamento (era sempre a primeira, posto que vulnerável), Contabilidade, Cobrança até que o cliente ficasse totalmente dependente do chamado "processamento de dados". A partir de um dado momento, começava a ficar crítica a questão de horário disponível no "bureau" (o CSD) pelo número de clientes que o utilizavam. Aí vinha a hora de vender ao cliente a necessidade de seu próprio CPD. E como toda a vida do cliente estava dentro do computador da IBM, quem seria "doido" de comprar (ou alugar, como se fazia à época) computador do concorrente e ter que re-escrever todos os programas para a outra linguagem etc., etc. Havia custo e risco! Assim, ela foi hegemônica por muitos anos. Até o advento dos computadores pessoais em rede... A notícia acima seria caso para o CADE? Ou não?

Taupter said...

Esses micrinhos são os OLPCs?

Anonymous said...

Lindos...!!!...o acontecimento, as fotos...tudo...
A iniciativa, os participantes, os organizadores...eu queria que Severínia fosse uma cidade digital...
: (
Liliane

Dart Araújo said...

Oh!!!Digo quase a mesma coisa que a garota acima... muito bom ver todas essas crianças usando os micros... mas será que realmente esse projeto vai a frente?

espero que sim...
abração

Juliano R. (grubelilo) said...

Olá Sérgio, trabalhei como voluntário no primeiro telecentro de São Paulo (Cidade Tiradentes), onde tive a oportunidade de conhece-lo pessoalmente. Continuo como supervisor de um outro telecentro a cerca de 5 anos; além disto mantenho na web um blogger sobre linux (http://grubelilo.blogspot.com), e sempre acompanho seu blog; O motivo deste comentário é que tenho algumas disponibilidades aos finais de semana, e gostaria de iniciar algum trabalho voluntário de inclusão digital para formar Administradores de Sistema Linux (Jovens e Adultos); Com auxílio para que os mesmos tirem certificações como a LPI, ou ICS da impacta. Como você está mais envolvido com estes projetos, gostaria que me informa-se sobre alguns programas que ocorrem aqui na Zona Leste de São Paulo, e como eu poderia participar.

Juliano Ramos
grubelilo@gmail.com